Hoje desloquei-me a uma
repartição de finanças para tratar de um assunto relacionado com o cadastro,
acho que é o termo indicado, da minha filha. Aproveitei a ocasião para resolver
uma dúvida que me assistia, pedindo um esclarecimento sobre o IUC, uma vez que,
por me ter sido atribuído um grau de incapacidade, a lei conceder-me benefícios
em sede desse imposto. A informação que me foi prestada colidiu com a que
esperava e de certo modo negava-me um direito que julgava consagrado, mas,
vindo ela de uma pessoa supostamente conhecedora da matéria aceitei-a e saí,
agradecido pela colaboração. Já na rua, refleti sobre o atabalhoado de
argumentos utilizados e desconfiei, desconfiei dos conhecimentos do homem.
Voltei atrás e entrei na porta ao lado, no serviço de cobranças, tirei o ticket
e aguardei. Chegada a minha vez, pedi desculpa à menina atendedora, porque não ia
ali pagar nada, mas simplesmente colher uma informação. E repeti a questão.
Surpreendentemente a informação contradisse a anterior, indo de encontro aos
meus interesses. A trapalhada gerada vai-me obrigar a recorrer a outra fonte
que arbitrará, espero eu, este conflito de opiniões.
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